Cada sono, seu torpor
Até as nuvens me oprimem
à cair no sono no meio do dia
com seu teatro
de metamorfoses letárgicas
& as sedações do quimo
que empurram à um torpor
em meio à ereções
Que sonham lúcidas orgias
de pesadelos gozozos
& vem a lucidez do meio das tardes
nos deitarem sol querente
Funambulando entre suores
& sangue frio
Frescos desejos que tanto faz
realizar
Cada sonolência exigindo
sonhos & levedelos
Expulsam para as bordas abismais da consciência
onde copulam em ambiente líquido
vigília & dormência

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