22 de out de 2015

mestre kogusmellum

Meu amigo cogumelum ~ cognato de caramelo com gosto de
cristal ~ & forma de guarda chuva-nuclear ~~ Me fez a cabeça ~ numa queda do último andar ~ & outro amigo meu nunca mais voltou de lá ~~ Cogumelo mágicko ~ amigo da lanterna chinesa de Yume Sama ~ ilumina a noite de dentro com luz de leite condensado ~~ Na noite eu sonhei ~ com um pasto largo de cogumelos & bois chorões ~ sinceros em sua antecedência mansa ~~ E no sonhos vi os cogumelos como deuses ~ massa de pão & pão de verbo ~ ação mofa, reação ração, adeus razão..., mofo logos ~~ E o pasto o mundo & eu boi ~ pastando a pasta de grama & cogumelo ~ pensando se um dia existiria um bicho pior que o homem ~~ Grama justa, pasta de cogumelo ~ podia me fazer esquecer da engorda & do abate ~ lembrando só da branda foda com as vacas ~~ O chá já se vai no charque do tempo ~ & boi deixarei manso ~ o pasto, o rastro, a pata, o passo, a parte ~~ Acordo homem carnívoro da alma ~ meu amigo cogumelo debocha da forma que eu o imito ~ só parte, não inteiro, ereto ~~ Desfalecido no caminho perdido ~ desvio de algum lugar do tempo passado ~ onde homens existiam como cogumelos por inteiro ~~~ cheios de luz e doando luz, e existindo como luz...


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